Uma artista de exceção
Um espírito de curiosidade insaciável, o gosto pelo risco, um apetite desmedido por todo o repertório do violoncelo concertante sem fronteiras nem disputas de capela, um compromisso cívico e um amor incondicional pela natureza: eis sem dúvida o que distingue desde cedo esta brilhante intérprete franco-suíça.
Eleita "Revelação solista instrumental" nos Victoires de la Musique Classique 2003, apresenta-se desde então em recitais tanto na Ásia como na Europa e é convidada pelas orquestras mais prestigiadas como a Orquestra Filarmónica de Monte-Carlo, a Orquestra Nacional de Metz, a Royal Philharmonic Orchestra, a Czech National Symphony Orchestra e a New Japan Philharmonic.
Um repertório rico e colaborações únicas
Ophélie Gaillard grava para a Aparté várias integrais premiadas pela imprensa internacional: Bach, Britten, Schumann, Fauré, Chopin, Brahms, CPE Bach, Strauss, bem como álbuns temáticos que conquistaram um público muito vasto, como Dreams, Alvorada e Exils.
Apaixonada por encontros, partilha regularmente o palco com Lambert Wilson, o bailarino de hip-hop Ibrahim Sissoko, os coreógrafos Sidi Larbi Cherkaoui e Damien Jalet, os bailarinos Étoile Hugo Marchand e Ludmila Pagliero, e a estrela da bossa nova Toquinho (álbum ao vivo Canto de sereia, gravado para a Aparté no festival MiTo em 2017).
Em 2005, funda a Pulcinella Orchestra, que dirige do violoncelo e com a qual explora os repertórios dos séculos XVII e XVIII em instrumentos de época.
Após um álbum duplo dedicado a Boccherini em 2019, gravado com a cumplicidade de Sandrine Piau, Ophélie Gaillard e Pulcinella obtiveram um grande sucesso de público com o álbum duplo Vivaldi, I colori dell'ombra, gravado no auge da crise sanitária com as mezzo-sopranos Lucile Richardot e Delphine Galou.
No início de 2021, ainda na Aparté, Ophélie Gaillard propõe uma viagem através de 100 anos de árias de ópera com a sua gravação Cellopera, acompanhada pela Vienna Morphing Orchestra sob a direção de Frédéric Chaslin, graças a transcrições para violoncelo e orquestra de obras de Mozart, Verdi, Tchaikovsky, Offenbach e Puccini. Em março de 2022, com A Night in London, leva-nos ao encontro dos compositores que se aventuraram em Londres nos anos 1730, como Porpora, Geminiani e Bononcini.
Para 2023, rumo a Nápoles com Sandrine Piau, Marina Viotti e Luan Goes para um álbum duplo cheio de cor, com inéditos de Porpora, concertos de Leo e Durante, gigas de Matteis e tarantelas tradicionais.
Uma pedagoga e instrumentista de exceção
Pedagoga muito procurada, é professora na Haute École de Musique de Genève desde 2014 e é regularmente convidada para master-classes e como membro do júri de grandes concursos internacionais (ARD de Munique, Concurso de Genebra, Cello Biennale de Amesterdão, Isang Yun na Coreia, Bach em Leipzig…).
Ophélie Gaillard toca um violoncelo de Francesco Goffriller de 1737 generosamente emprestado pelo CIC e um violoncelo piccolo flamengo anónimo.
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